Mostrando postagens com marcador África do Sul. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador África do Sul. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Sul-africanos de qualidade e com preço pra lá de bom!

O Taças e Rolhas mais uma vez foi convidado a participar do Winebar - aquela deliciosa degustação on-line que você, leitor, já teve a oportunidade de ler por aqui.

Dessa vez, com o apoio da importadora Ravin, degustamos dois vinhos sul africanos da empresa House of Mandela.

A House of Mandela é uma marca criada pela família de Nelson Mandela, que tem licenciado vários produtos nos últimos anos. A empresa realiza um interessante e bonito trabalho: parte dos lucros obtidos com a venda dos vinhos são utilizados na fundação que leva o nome de Mandela, dedicado ao auxílio das famílias em dificuldades na África. 

Apesar da digna atitude, a família vem recebendo várias críticas, já que muitos acreditam que se está explorando o nome de um homem famoso, símbolo de decência e caráter. Brigas à parte, posso afirmar que os vinhos são muito bons. Vamos a eles:

O primeiro foi o Sauvignon Blanc Thembu Collection 2012, saborosíssimo.


Com coloração amarelo palha e reflexos esverdeados, esse vinho apresentou aromas cítricos e de frutas brancas, principalmente maçã-verde (meu sabor preferido) e pera. Na boca mostrou bastante frescor, acidez crocante e um toque de erva-doce bem legal. 

Em breve, quero fazer um camarão ao molho de laranja e harmonizar com esse rótulo. Hummmmmm... Será que harmoniza? Post em breve!

O segundo vinho foi um Pinotage - uva típica da África do Sul, nascida do cruzamento da Pinot Noir e da Cinsault, também conhecida como Hermitage. O nome Pinotage vem justamente dessa união: Pinot+ hermitage.


O Pinotage Thembu Collection 2012 apresentou coloração vermelho intenso e reflexos ligeiramente violáceos. Extremamente aromático - sabe aquele vinho que só de abrir você já cria boas expectativas pelos aromas que escapam da garrafa - notas de caramelo, café, flores secas e ameixa preta. Na boca apresentou taninos bem marcados, mas de qualidade, médio corpo e boa acidez.

Repararam nos rótulos? Olha lá de novo que eu espero (rsrsrs). Eles fazem referência às estampas das clássicas camisas utilizadas pelo querido Madiba - tem até a gola em 'V'.

E o precinho? R$49 tanto o branco quanto o tinto, lá no site da Ravin. Vale cada centavo, pode apostar!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Festa mexicana do vinho!

Junte 10 amigos apaixonados por vinhos, um final de semana prolongado, comida mexicana, papo interessante e pronto, você terá a "festa mexicana do vinho!"

Foi isso o que fizemos no último sábado. E quem foi que disse que comida mexicana não harmoniza com vinho? Nessa nossa tentativa de obter sucesso com uma das harmonizações mais difíceis do mundo do vinho, percebemos que basta diminuir um pouquinho na quantidade da pimenta e tudo harmoniza perfeitamente...

Nosso cardápio foi composto por algumas comidas típicas elaboradas pelo blogueiro Evandro Silva, do blog Confraria2Panas.

Cada convidado levou o vinho que acreditava que melhor harmonizaria com as comidas e pronto! Abrimos tudo e provamos todos! Os vinhos se saíram muito bem...

Começamos com um incrível champagne, o Berry Bros & Rudd Ltd. Acidez, frescor, muitas maçãs verdes - tanto nos aromas, como na boca - do jeito que eu gosto!

Em seguida partimos para o surpreeendente Maccabeo francês, o Figure Libre 2009. Mais aromas de maçãs, frutas brancas bem frescas. Na boca, muito equilíbrio e delicadeza, harmonia entre os sabores e o álcool. Combinou perfeitamente com a guacamole.

O Concentus Pizzato 2006 foi o primeiro dos tintos a chegar à nossa mesa. Esse vinho nacional mostrou que não é brincadeira: Com coloração vermelho rubi e reflexos atijolados, esse vinho mostrou que está pronto para ser bebido. Muitos aromas de morangos, cerejas, pimenta e um leve defumado. Na boca mostrou equilíbrio, bom corpo e persistência.

Um sul-africano, da região de Stellenbosch, resolveu aparecer. O Anwilka 2006 também mostrou estar no tempo certo para ser bebido. Com coloração vermelho rubi e reflexos atijolados apresentou aromas de frutas vermelhas maduras, frutas negras e pimenta. Na boca, mostrou elegância, equilíbrio, com taninos macios, notas de baunilha e ameixa, bom corpo e excelente persistência

Por fim, o libanês Château Kefraya 2008 apareceu e não fez feio. Com aqueles aromas de estábulo, couro, sangue, ele encerrou o jantar com classe.

Para a sobremesa fomos com um incrível Banyuls, que estagiou por 3 anos na barrica antes de chegar às nossas taças. É claro que ele foi harmonizado da maneira clássica, com uma deliciosa mousse de chocolate e um bombom de morango ao prato!

Se morar no México for assim bom, vou começar a arrumar as malas!


Crédito das fotos: Evelyn e Jane Prado, do blog Château de Jane

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Vinho e camarão para aguentar o calor!

Parece que o calor veio para ficar! E, nesses dias de férias, curtindo esse calor que põe uma preguiça na gente, nada melhor do que um vinho jovem, leve e fresco, que logo na primeira vista já impressiona pelo equilíbrio e simplicidade. 

E quem apresenta todos esses requisitos é o sul-africano Tortoise Hill White 2009, produzido pela Glen Carlou


Elaborado com as castas Sauvignon Blanc, Verdelho e Viognier, esse vinho apresentou uma coloração amarelo palha brilhante com reflexos esverdeados. No nariz, apresentou aromas de lima e abacaxi facilmente identificados. Na boca, bastante frescor, bem equlibrado, com gostinho de maçã e um retrogosto de manga suculenta! Deliciosamente saboroso!

Para a harmonização, resolvi refogar uns camarões no azeite aromatizado com ervas e só afinal, a preguicinha de verão é terrível, e nas férias ninguém quer passar muito tempo na cozinha...


E não é que a harmonização ficou perfeita!

Virei fã! Mais um vinho que segue a linha do bom e barato!!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Brindes para encerrar 2011

Olá, leitores!! Primeiramente quero pedir desculpas pelo sumiço breve, e dizer que estou de volta com os posts!!

Já comentei que chegamos em dezembro, o mês das confraternizações! E é incrível como o número de eventos aumentam nessa época: Festas, amigos secretos, cocktails e jantares todos os dias! Haja disposição! E nessa época em que todos confraternizam e adoram inventar uma desculpinha pra sair do trabalho mais cedo e dar aquele pulo no happy hour, eu não poderia deixar de mostrar para vocês como tem sido minhas comemorações e harmonizações...

Comecei minhas confraternizações de final de ano encontrando grandes amigas de infância! Que amizade boa, que dura incontáveis anos...

Elegemos o restaurante Le Jazz para brindarmos mais uma vez nossa amizade e o ano que está chegando ao fim!

Começamos com uma entradinha de tomates grelhadinhos, acompanhados de pasta de berinjela, pasta de azeitonas pretas e uma outra que não lembro o que era... (ops! eu esqueci de anotar!!)



Pedimos também o queijo Camembert grelhadinho, que vem acompanhado de algumas ervas e mel... Inesquecível! Fatiar o queijo e perceber ele todo derretido por dentro, escorrendo pelo prato foi sensacional!!!


O vinho eleito para nos acompanhar nos brindes iniciais foi o Pinot NoirBourgogne Couvent des Jacobins rouge 2008 , do famoso produtor Louis Jadot.


Um vinho com notas de frutas vermelhas e especiarias... Tinto leve e versátil... Combinação ideal para as noites quentes que tem feito em São Paulo. Com coloração vermelho rubi bem clarinho, apresentou aromas leves de madeira, couro, pimenta, cerejas e morangos. Na boca apresentou leveza, frescor e notas de morangos... Delícia!

Na sequência veio o prato principal... Fomos de L' Entrecôte... Carne ao ponto, deliciosamente bem servido, acompanhado de um molho "segredo", saborosíssimo! 


Para a harmonização decidimos ir de sul africano Pinotage 2010, de Robertson Winery.


Posso adiantar que se trata de um vinho com uma excelente relação custo/ benefício. Com coloração vermelho intenso, apresentou notas amadeiradas, além de frutinhas vermelhas e negras maduras. Na boca mostrou-se bem equilibrado, com notas de figo e ameixa. Eu gostei bastante! E combinou bastante com a carne...

Chegou a hora da sobremesa e, mais uma vez, me vi na obrigação de não comer afinal, estava satisfeitíssima! Seria impossível comer mais alguma coisa depois de pratos tão saborosos e bem servidos...

Fizemos mais um brinde em nome da amizade e nos despedimos, na certeza de que em 2012 nossos encontros serão ainda mais frequentes! Saúde!!


terça-feira, 4 de outubro de 2011

Mais uma tentativa de harmonização com sashimis e sushis!

Vocês sabem que adoro um peixinho cru, né? E estou sempre buscando harmonizações com esse tipo de prato, que é classificado como de difícil harmonização.

A combinação clássica é com espumante, mas penso que fugir do tradicional é de extrema importância, se quisermos adquirir novos conhecimentos e novas descobertas, não é mesmo?

A mais recente tentativa de harmonização se realizou no restaurante Hikouki Sushi, localizado na Zona Norte de São Paulo. E posso afirmar que eu adorei! Às vezes nem imaginamos que existem lugares muito bons a serem descobertos, que não pertencem ao roteiro badalado da cidade, né?

E foi o que aconteceu com este restaurante. A comida estava deliciosa, o atendimento foi excelente e, para completar, eles não cobraram a rolha! Sim!! Quando telefonei para reservar a mesa, comuniquei que gostaria de levar um vinho e perguntei sobre a temida "taxa de rolha" e eles disseram que não estavam cobrando, na tentativa de divulgar ainda mais o restaurante. Muito bom!

Quando cheguei lá, como não poderia deixar de ser, mesmo levando a minha garrafa, pedi para dar uma conferida na carta de vinhos. Era uma carta simples, mas com vinhos adequados ao tipo de comida que eles preparam. Apenas dois rótulos de vinhos tintos, os demais eram espumantes e vinhos brancos!




O vinho que levei para harmonizar com essas coisinhas gostosas foi o sul africano Glen Carlou, Sauvignon Blanc, safra 2009.
Eu não achei a foto da minha garrafa em meu arquivo!
Essa é do site da Grand Cru

Com uma coloração amarelo bem clarinho, acompanhado de reflexos esverdeados lindíssimo, apresentou aromas bem fresquinhos de frutas cítricas e aspargos. Na boca apresentou notas de maçã verde e pêssego, com boa acidez para aguentar a gordura do peixe. De todas as minhas tentativas, acho que essa foi onde obtive um melhor resultado. Se você não leu as outras tentativas, leia aqui e aqui.

Agora está faltando a harmonização com o Torrontés. Em breve!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Os brancos e rosés para as entradas

Dando sequência as nossas festividades de feriado, seguimos para os petiscos e para os vinhos brancos e rosés...

Começamos com queijos saborosos como parmesão, grana padano, brie e o espetacular Serra da Estrela (levado pelo nosso amigo cosmopolita Taka), que foi devorado rapidamente, acompanhado de torradinhas, ou puro, às colheradas!

Hummmmmmm...

Além dos queijos, teve esse divino petisco preparado pela Regiane: Aspargos com alho poró, envolto por presunto cru e coberto por lascas de queijo grana padano...

Hummmmmmm, de novo!

Saborosíssimo! E, para nossa surpresa, não tivemos problemas na harmonização desse prato!

Começamos com o vinho italiano, da região do Veneto, Torresella 2010, um vinho elaborado 100% com a uva Pinot Grigio, que gera vinhos muito leves, frescos e frutados, perfeito para nosso clima quente.

E foi isso o que esse vinho nos apresentou, com sua coloração amarelo palha e reflexos esverdeados: aromas leves e frescos, com notas de frutas cítricas. Na boca mostrou o mesmo frescor e leveza. Vinho simples e bem feito, mas que não harmonizou com nenhum dos petiscos.

Em seguida fomos para o italiano, da região da Umbria, Orvieto Classico 2010, da Bonacchi.


Esse vinho, elaborado com as uvas Malvasia e Trebbiano, foi surpreendente. Além da coloração quase transparente (que eu adoro), mostrou  muito frescor, tanto no nariz como na boca. Notas de frutas cítricas, flores brancas, um toquezinho de mel e uma acidez incrível. Ficou muito bom com o petisco de presunto cru, além de harmonizar maravilhosamente bem com o cantucci (que estava saindo do forno!)

Em seguida, fomos para o sul africano Porcupine Ridge 2010, do produtor Boekenhoutskloof.


Elaborado 100% com a uva Sauvignon Blanc, esse vinho mostrou também muito frescor e muito sabor. Aromas de aspargos, frutas frescas como pêra e frutas cítricas, além de um toque mineral bem leve. Na boca, frescor, acidez e muito leveza.

Depois partimos para o rosé brasileiro da serra catarinense, Villa Francioni.


Esse rosé, a meu ver, dispensa comentários. Na taça essa cor de pôr-do-sol que eu amo! No nariz, bastante complexidade: notas florais suaves e de frutas bem docinhas (morango principalmente), um pouco de aspargos e uma certa mineralidade... Na boca, muitos moranguinhos... que delícia! Acidez média, assim como a persistência... Gostei dele com o queijo brie e com os petiscos de presunto cru!

Enquanto bebíamos todas essas variedades, fomos cortando e  recheando nossas massas frescas, cozinhando os tomates para o molho, temperando o carneiro e assando os cantucci... Sim! Os cantucci foram preparados em casa!

Muitas coisas boas ainda nos esperavam!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Bom e Barato!

Dica rápida do dia: Quer um vinho saboroso, bem feito, fácil de beber e com preço excelente?

Achou...

Este sul africano - Glen Carlou Tortoise Hill Red 2006 - é uma mistura de 77% Cabernet Sauvignon, 13% Shiraz, 5% Merlot, 4% Zinfandel e 1% Tempranilo, que passa 15 meses em barrica de carvalho.

Tem coloração bem escura, com aromas de madeira tostada, frutas negras, canela e um pouco de pimenta. Na boca sente-se um pouco de madeira tostada e frutas como ameixa. Bom corpo, com acidez acentuada.

Acho perfeito para aquele dia que você vai receber convidados em casa e estes não são iniciados no mundo do vinho... Todos irão apreciar!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Harmonizando vinho com água?

Sim! Às vezes o vinho é tão bom que compensa harmoniza-lo apenas com água...

E foi isso o que aconteceu numa tarde dessas: optei por abrir uma garrafa do famoso Anwilka 2006, da região de Stellenbosch, na África do Sul. O vinho estava tão maravilhoso que foi harmonizado apenas com um copo com água!


E valeu a pena! Elaborado com as castas Cabernet Sauvignon (66%), Shiraz (29%) e Merlot (5%), além de passar por barrica francesa por 10 meses, este vinho apresentou, na taça, um vermelho rubi com reflexos arroxeados. Notas de frutas vermelhas maduras, frutas negras e pimenta se destacavam. Na boca, mostrou elegância, equilibrio, com taninos macios, notas de baunilha e ameixa, bom corpo e excelente persistência!

Vou comprar outra garrafa agora!!

terça-feira, 29 de março de 2011

Glen Carlou 2008 - Pinot Noir

Sábado à noite, um queijo brie aquecendo no forno, uma geléia de morango com pimenta sobre a mesa e um Pinot Noir saindo da adega! Bom demais, né?


Glen Carlou Pinot Noir 2008, da África do Sul, mostrou-se no ponto: na taça, aquele vermelho "aguado" típico da casta. No nariz, bastante complexo: muitos aromas de cereja, flor, madeira, ervas frescas. Na boca, mostrou-se potente, com notas de morangos fresquinhos...Vinho muito bom, mas o Pinot Noir da Patagônia ainda é o meu preferido, me seduz muito mais... É aquele vinho que, se eu estivesse numa ilha deserta, eu levaria e beberia todos os dias!!

Quanto a harmonização, vale lembrar que o queijo com a geléia não combinou nadinha com o vinho... A pimenta da geléia se sobrepôs demais ao vinho... Por isso, cada um a seu tempo... Queijinho e só depois o vinho!!!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Mais um encontro da confraria Tarja Preta

Ontem à noite tivemos mais um encontro da Confraria Tarja Preta, lá no Materello. Conversa boa e, claro, bons vinhos para degustarmos, tornaram nossa noite de quarta-feira muito bacana!

Começamos nossas estripulias com o Espumante sul-africano Nederburg Brut (Cape Riesling 45%, Chenin Blanc 36%, Chardonnay 12% e Colombar 7%). Amarelo palha, com notas aromáticas de frutas secas. Na boca apresentou-se marcante, com boa acidez, e um final com notas de frutinhas frescas. Achei ótima para brindar as festas de final de ano!

Depois seguimos para um Sauvignon Blanc da Nova Zelândia, o Framingham Vintage 2008, da região de Malborough. Esse vinho, apresentou aromas minerais bem contidos, um maracujá bem suave, mas  um toque de erva (ou grama corta) bem marcante. Tão marcante que ainda não me esqueci... Na boca apresentou frescor e boa acidez. Delícia!

Partimos para um outro Sauvignon Blanc, agora da França, da região de Bordeaux, o Château Reynon 2007. Esse vinho, com amarelo mais intenso apresentou notas bem marcantes de maracujá e pêssego fresco. Também era possível notar a mineralidade típica da uva. Na boca, perfeito! Bom equilibrio, boa acidez, boa persistência... Na minha opinião, o melhor da noite. Se eu pudesse eu beberia ele todos os dias!

Vale lembrar que tudo isso foi bebido harmonizado apenas com uma cesta de pães diversos.

Decidimos partir para a comida e começar com os vinhos tintos. O primeiro deles foi o português Quinta do Penedo 2008, da região do Dão. Composto das uvas Alfrocheiro (30%) e Touriga Nacional (70%), apresentou um vermelho escuro intenso, o aroma a se destacar primeiro foi de manteiga... depois percebemos notas de chocolate ao leite e violetas. Um pouquinho de cravo também era perceptível... Na boca apresentou-se untuoso, bom corpo, taninos bem marcados e elegantes. Com o meu filet mignon ao funghi, ficou super harmônico!

Em seguida partimos para o Quinta do Valdoeiro Reserva 2003, de Portugal, só que da região da Bairrada. Com as uvas Baga, Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Syrah, esse vinho apresentou um vermelho rubi bem bonito, notas de frutas vermelhas e negras, assim como especiarias, especialmente cravo, eram facilmente identificadas. Na boca foi possível perceber essas mesmas frutas. A acidez estava muito boa e os taninos incríveis. O final foi bastante longo...


Para encerrar a noite fomos de Espanha,  Marqués de Tomares Reserva 2005. Com um corte de Tempranillo, Graciano e Mazuelo, este vinho, de um vermelho carmim brilhante e intenso, apresentou notas de frutas vermelhas em compota, especiarias e um pouco de baunilha. Taninos equilibrados e retrogosto bem persistente terminaram nossa noite...


Já sabem, mês que vem tem mais... Agora com temas... E tudo leva crer que o próximo será a Cabernet Sauvignon pelo mundo!