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segunda-feira, 10 de março de 2014

Cerveja Schatz Blond estreia com sucesso

A tradicional família Kunz, produtora de bebidas no Rio Grande do Sul, chega com uma super novidade: A Petronius Cervejaria & Destilaria, em Caxias do Sul, passa a produzir sua primeira cerveja - a Schatz Blond.


Elaborada a partir de um blend de três maltes belgas e um brasileiro, a cerveja Belgium Blond Ale apresenta uma coloração encantadoramente dourada. Os aromas são bem frutados. Na boca mostrou frescor, complexidade e uma persistência excelente.

Além da cerveja, Emilio Kunz Neto (proprietário da Petronius), desenvolveu uma taça exclusiva em cerâmica para acompanhar a bebida. Linda, né! Para os apreciadores de cerveja, é um super presente.

Eu fiz questão de abrir minha garrafa com meu pai, meu irmão e meu marido - apreciadores de cerveja há muitos anos, quando ainda tínhamos muita dificuldade em encontrar rótulos diferenciados. Eles também ficaram maravilhados com a complexidade de sabores que se integra, ao mesmo tempo, com um frescor interessante. Aprovada!

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A primeira a gente nunca esquece! Por: Alexandre Mathias

Faz algum tempo que a minha esposa e meus amigos comentam que eu deveria fazer um post sobre cerveja. Sinceramente não me considero preparado para isso, porém, devo admitir que essa ideia acabou “fermentando” em minha cabeça e me convenci que será divertido dividir minhas experiências com quem estiver disposto a ler sobre elas.

Dito isso, ficou fácil decidir sobre qual seria a primeira cerveja a ser homenageada. Aqueles que me conhecem sabem de qual estou falando, sou um fã declarado desta maravilha alemã no estilo Weissbier (cerveja de trigo). 


Sim ela, Weihenstephaner, foi a primeira cerveja de trigo que eu tive a oportunidade de provar e devo dizer que me conquistou no primeiro gole.

Esta cerveja começou a ser produzida no ano de 1040 no Mosteiro de Weihenstephaner, localizado em Freising, região da Bavária. Por este motivo leva o titulo de cerveja mais antiga atualmente produzida. Ou seja, antes do nosso Brasil ser descoberto o pessoal na Alemanha já aproveitava bem o happy hour.

Hoje a cervejaria abriga um museu da cerveja e também o maior centro de formação de mestres cervejeiros do mundo.

Com uma cor amarelo dourado e bem turvo, esta cerveja apresenta aromas frutados e na boca possui um bom equilíbrio, tanto no amargor como no sabor, além de ser muito refrescante. Sua graduação alcoólica é de 5,4%.

Para aqueles que gostariam de começar a experimentar cervejas mais elaboradas, sem dúvida esta é uma ótima maneira de iniciar. Claro que existem outras tão boas quanto, as opções são vastas. 

Quem sabe este post me deixe empolgado e acabo escrevendo periodicamente para o blog. Talvez seja o início da coluna “Canecas e Brejas” dentro do Taças e Rolhas.

Ein Prosit!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Guinness!

Ihhhhh! Esqueci de gelar o vinho branco, e agora?? A única saída encontrada foi abrir cervejas... Mas cerveja de verdade, hein?
Escolhemos a irlandesa Guinness Draught para harmonizar com uma costelinha de porco assada com alecrim, cachaça e mel!



Essa cerveja é do tipo Stout, ou seja, feita com um percentual de malte torrado, que lhe confere uma coloração escura e um sabor tostado. Sua coloração é incrível: Preta, com espuma densa e de coloração bege, que causam uma boa impressão e uma vontade de beber logo. No paladar temos notas suaves de café e chocolate amargo. Delícia!

Vale lembrar que a espuma cremosa da bebida é devido ao sistema de gás dentro da lata! E esse é um dos principais diferenciais da cerveja Guinness. O responsável por este diferencial é um detalhe único chamado de widget & surger. No caso da lata, trata-se de uma capsula de hidrogênio que flutua na cerveja e libera pequenas quantidades da substância antes da lata ser vedada, pressurizando seu interior e a comprimindo.

Ao ser aberta, a lata libera o conteudo e forma pequenas bolhas. Estas ajudam a formar uma espuma mais densa e cremosa como o chopp que combina perfeitamente com o sabor distinto da bebida, balanceado entre a doçura e o amargor.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Sommelier em cerveja!



A convite do Senac-SP, o engenheiro alemão Michael Zepf, doutor em Tecnologia de cervejas e bebidas e diretor técnico da Doemens Akademie na Alemanha, esteve ontem à noite no Senac Penha para palestrar, juntamente com a mestre-cervejeira e beer somelière  Cilene Saorin, sobre as possibilidades de harmonização entre cervejas e queijos. A palestra foi uma pequena apresentação sobre o que os futuros alunos da primeira turma do concorrido curso de Formação de Sommelier de cervejas, criado por Cilene, em parceria com o Senac e com a Doemens, vão encontrar ao longo das aulas.
Na apresentação inicial nos foi mostrado um pouquinho sobre a história da cerveja e como conhecemos pouco sobre a cultura dessa bebida/ alimento.

Depois dessa conversa passamos para a degustação propriamente dita. Degustamos 4 tipos de cervejas, harmonizados com 4 diferentes queijos.

A primeira cerveja foi a Stella Artois (Bélgica) - Uma pilsen lager, ou seja, feita com leveduras de baixa fermentação; essa cerveja apresentou um aroma sutil, de bastante frescor, com uma espuma persistente. O queijo gruyère foi o que melhor harmonizou,  já que o contraste da doçura do queijo com o amargor da cerveja funcionaram bem.

A segunda cerveja foi a Bamberg  (Brasil) - uma Weizen, que apresentou um amarelo turvo, com aromas marcantes de banana, cravo e caramelo. Ela harmonizou bem com o queijo brie, pois a gordura do queijo na boca era eliminada pela acidez presencial da cerveja.

A terceira cerveja foi a Falke Ouro Preto (Brasil) - uma Dunkel, ou seja uma cerveja de baixa fermentação, com maltes de bastante torrefação. Esta cerveja necessitava de um queijo de personalidade pois se mostrava na boca bem marcante, com sabor de café queimado e toques de chocolate. O queijo que agüentou melhor a potência foi o Gorgonzola. O Parmesão sucumbiu ao primeiro gole.

A quarta e última cerveja degustada foi a Colorado Indica (Brasil) - uma IPA, mais alcóolica e lupulada, que super harmonizou com o Parmesão. Essa cerveja apresentou uma explosão de aromas frutados, cítricos e florais. Na boca, mostrou-se bem estruturada. Junto do queijo fizeram um belo casamento.

Vale destacar que dos 4 rótulos, 3 são nacionais. Cilene fez questão de escolher cervejas de microcervejarias brasileiras, que cada vez mais estão conquistando o paladar do público brasileiro com sabores diferenciados. Michael Zepf afirmou estar surpreso com a boa qualidade de nossa bebida!